08 setembro 2012

Resenha: A Arte da Imperfeição - Brené Brown


Título Original: The Gifts of Imperfection
Autor: Brené Brown
Editora: Novo Conceito

Sinopse: Este importante livro é sobre a jornada de uma vida, deixando de se preocupar com "O que os outros vão pensar?" e acreditando que "Eu sou suficiente". A habilidade ímpar da autora em misturar pesquisa original com relatos faz com que a leitura de A Arte da Imperfeição pareça uma longa e animadora conversa com uma amiga muito sábia que oferece compaixão, sabedoria e ótimos conselhos. A cada dia nos deparamos com uma enxurrada de imagens e mensagens da sociedade e da mídia nos dizendo quem, o que e como devemos ser. Somos levados a acreditar que, se pudéssemos ter um olhar perfeito e levar uma vida perfeita, já não nos sentiríamos inadequados. E se eu não posso manter todas essas bolas no ar? Por que não é todo mundo que trabalha duro e vive às minhas expectativas? O que as pessoas vão pensar se eu falhar ou desistir? Quando posso parar de provar a mim mesmo? Em A Arte da Imperfeição, Brené Brown, Ph.D, é uma especialista em vergonha, autenticidade e compartilha a coragem que aprendeu em uma década de pesquisas sobre o poder de viver sinceramente.

Resenha: Acertou quem acha que esse seja um livro de auto-ajuda. "Não lerei de jeito nenhum!" "Odeio auto-ajuda." Tenho certeza que metade de vocês pensou isso nesse momento. Acontece que existe um grande preconceito acerca de livros do gênero, e convenhamos a maioria nem sequer leu um livro de auto-ajuda para estar dizendo que não gosta. Não sou uma adoradora do gênero, confesso aqui a vocês que também tinha esse preconceito, dizia as claras que não gostava do gênero sem ter sequer lido um livro, mas venho lhes dizer agora para acabar com esse preconceito da mesma forma que fiz.

Em A Arte da Imperfeição, Brené nos faz refletir sobre quem somos verdadeiramente, o que realmente queremos e aquilo que fazemos pela opinião alheia. Ela nos conta um pouco sobre a sua própria vida, sua experiência e mostra na prática tudo aquilo que ela apresenta do decorrer da narrativa. Digo que esse nesse livro a autora nos deixa livre para chegarmos a nossa própria conclusão. Ela não chega e diz: é isso que você tem que fazer, ela nos mostra a alternativa e decidimos nós mesmos o que pensar sobre isso.

Muita gente diz que livros de auto-ajuda é exclusivamente para aqueles que estão com problemas e precisam de ajuda. Eu sei, é um pensamento óbvio, mas eu penso que mesmo que você não esteja com dificuldades, um livro do gênero de vez enquanto cai bem. As vezes não precisamos de ajuda, mas podemos tirar grandes ensinamentos do livro.

A autora é uma pesquisadora especialista em vergonha e digo que de todo o livro esse foi o assunto que mais me agradou. A autora falou um pouco sobre o significado da palavra, o que ela representa na vida das pessoas e como combatê-la, foi algo realmente útil para mim. Um livro fácil de ler, reflexivo e interessante. Se você ainda não leu um livro de auto-ajuda, dê uma chance a esse livro, ou a outros.

Só para constar não foi exatamente depois de ler esse livro que o preconceito contra auto-ajuda sumiu, na verdade foi bem antes disso e espero que entendam que eu não quis dizer que vocês devem todos gostar do gênero, mas apenas devem dar uma chance a ele.

4 comentários:

  1. Oi, Naty.
    Esse livro está parado na minha estante faz um tempo e não leio por falta de curiosidade mesmo. rs
    Essa é a segunda resenha que leio e as duas foram super positivas. Acho que ele vai ser a minha próxima leitura.
    Não tenho preconceito com livro de auto ajuda, até acho legal, eles devem servir para alguma coisa. rs
    Parabéns pela resenha. :)
    Beijos.

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  2. Estou tentando ler Uma Vida Sem Limites já faz um tempinho, mas A Arte da Imperfeição parece ser melhor mesmo.
    Acho que vou dar uma chance quando estiver no ritmo ^^

    Beijos
    Geê - almaleitora.blogspot.com.br

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  3. Eu tentei, juro que tentei... Mas esse livro não foi para mim. Sério, ele é super fino e eu conseguia empacar à cada duas páginas e não consegui absorver nada de útil: tive de abandoná-lo!
    Beijos, Ni

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  4. Oi Naty!!

    Eu não tenho nada contra livros de auto-ajuda, dependendo do livro. Eu tinha preconceito como quase todo mundo, mas aí li A Profecia Celestina (faz tempo!) e minha opinião mudou.

    Desde então já li vários outros e nunca me arrependi. esse parece merecer uma chance! =)

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